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Qualidade do Projeto

s cidades e os edifícios representam o habitat do homem contemporâneo e têm enormes e multivariadas implicações na qualidade de vida das pessoas. A Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído tem como foco de interesse o desenvolvimento científico e tecnológico no setor de construção e a melhoria da qualidade do ambiente edificado pelo homem.

Assim, o projeto e a avaliação de projetos se configuram como estratégicos para aprimorar a qualidade do ambiente construído e constituem as etapas nas quais as tecnologias e as soluções são concebidas, desenvolvidas e avaliadas, com repercussões em todas as demais etapas do ciclo de vida do ambiente (construção, uso e operação, manutenção, requalificação ou descarte).

O rigor no processo de projeto se faz necessário quando se busca a qualidade no ambiente construído. No ambiente contemporâneo os empreendimentos são cada vez mais complexos exigindo soluções projetuais e tecnológicas mais elaboradas e multidisciplinares, avaliadas e aprimoradas continuamente.

Neste contexto, do planejamento ao uso, os diversos agentes intervenientes em cada etapa e os usuários e suas necessidades, demandam ampla compreensão quando a níveis de satisfação e quanto a hierarquização das demandas em relação à qualidade do ambiente construído. As pesquisas do processo de projeto nas suas várias fases, a gestão das atividades de projeto e a avaliação do ambiente em uso são importantes e devem ser inter-relacionadas.

Neste sentido o Grupo de Trabalho de Avaliação Pós-Ocupação (GT APO), da ANTAC (Associação Nacional de Tecnologia no Ambiente Construído) foi reformulado na última assembléia da associação em Fortaleza em outubro de 2008. Esta reformulação tem por objetivo atender novas tendências no processo de projeto e exigências na atualidade sobre o projeto, para atingir a qualidade do ambiente construído esperada na sociedade.

O novo Grupo de Trabalho foi denominado GT Qualidade do Projeto. Esta nova configuração reúne dois grupos de pesquisadores e profissionais, principalmente das áreas de APO e de gestão do processo de projeto.

O novo GT desenvolve estudos sobre o processo de projeto em arquitetura, engenharia e desenho urbano, bem como a gestão das atividades profissionais envolvidas e estudos que visem dar retorno aos usuários sobre melhorias, adaptações e correções no ambiente construído.

 

Missão do Grupo

O GT Qualidade do Projeto tem como missão promover a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico nas áreas de projeto, gestão de empresas de projeto e de avaliação do desempenho do ambiente construído.

Para tanto o GT se propõe a aglutinar os pesquisadores brasileiros engajados em investigações científicas relacionadas à metodologia de projeto; ferramentas de apoio ao processo de projeto, processo criativo e cognição; programa de necessidades, sistemas de gestão do processo de projeto e avaliação pós-ocupação.

O GT também se configura como uma organização privilegiada para fomentar a integração entre a comunidade de pesquisadores envolvidos com a qualidade do projeto e as agencias de pesquisa, as instituições governamentais, as associações e entidades de classe, os profissionais ligados ao projeto e produção do ambiente construído, e a sociedade de modo geral, que representam os principais clientes dos projetos, dos edifícios e da cidade (ambiente construído).

Nesse sentido o GT deve promover eventos e fomentar o desenvolvimento de projetos de pesquisa integrados em rede de pesquisadores ligados a distintas universidades e institutos de pesquisa, com objetivo de difundir conhecimento e criar novos canais para desenvolvimento cooperativo de pesquisas.

Mediante o aprimoramento científico e tecnológico dos processos de projeto e da incorporação dos aprendizados adquiridos em avaliações pós-ocupação, o grupo busca contribuir para a qualidade do projeto e por conseguinte para a qualidade do ambiente construído, bem como colaborar para a melhoria dos espaços em uso, identificando as melhorias, adaptações e correções que se fazem necessárias no espaço já edificado.

 

Pesquisa no GT Qualidade do Projeto

As investigações em qualidade de projeto situam-se na transversalidade de várias áreas tais como: percepção ambiental, processo de projeto (arquitetura, urbanismo, design e engenharia civil), informática aplicada e avaliações pós-ocupação de projetos.

Os avanços tecnológicos e as mudanças globais das relações sociais e econômicas influenciam os trabalhos em projetos do ambiente construído. Nos últimos anos, a complexidade do projeto e a exigência da qualidade ambiental das construções têm aumentado. Várias razões podem ser citadas em relação a esse aumento, dentre as quais: mudança de percepção dos usuários e clientes frente ao ambiente construído ou a desconexão entre as percepções entre usuários, clientes e projetistas; avanço rápido da tecnologia; aumento da troca de informações; e a necessidade de criação de ambientes sustentáveis.

Evidenciam-se também uma intensificação competitiva e a necessidade crescente de colaboração dos agentes de um projeto para produzir com eficiência e qualidade. Essas exigências sobre o trabalho dos arquitetos, engenheiros e técnicos demandam um aprimoramento dos procedimentos adotados e a aplicação de metodologias mais sistemáticas de pesquisa e projeto. Pode-se então considerar o processo de projeto como um conjunto de atividades intelectuais básicas, organizadas em fases com características e resultados distintos. Essas atividades são análise, síntese, previsão, avaliação e decisão.

As pesquisas em metodologias de projeto nos últimos trinta anos procuram estruturar a introdução do conhecimento científico e do comportamento humano no processo criativo em arquitetura, engenharia e design.

Recomenda-se que seja aplicada uma combinação de várias ferramentas. Com isso coloca-se um maior número de exigências sobre o projeto, demandando um aprofundamento e uma maior análise no processo de desenvolvimento do projeto de arquitetura, engenharia e desenho urbano assim como sobre a avaliação dos mesmos.

Assim sendo o novo GT se propõe a desenvolver pesquisas sobre a fase de pré-projeto, projeto e pós-projeto. Estudos sobre a fase do programa arquitetônico vêm contribuir para que o projetista considere a complexidade envolvida na concepção de ambientes urbanos e de edifícios. A elaboração de um programa de necessidades também deve ser visto como o momento da incorporação de dados após análise de problemas, causas, desejos e expectativas não respondidas no ambiente construído.

Na fase de projeto um novo paradigma de colaboração entre as especialidades de projeto, aliada as novas tecnologias da informação transforma as práticas e as organizações de projetistas e contribuem para aprimorar a eficiência do processo e a qualidade do projeto. As questões do desempenho das edificações e dos espaços urbanos e a satisfação do cliente/usuário são estudadas com a aplicação de conceitos da percepção ambiental e da avaliação pós-ocupação (APO) de edificações e espaços abertos e tem por objetivo, além do atendimento ao cliente, o retorno das informações (realimentação) para projetos futuros.

A qualidade do projeto é resultado de um processo de projeto eficiente e amplo que depende da integração de suas diversas fases  (pré-projeto, projeto e pós-projeto), dos seus agentes, de análises  e testes, bem como dos meios de comunicação e das tecnologias de  suporte. O conhecimento específico conceitual e técnico aplicado a  ele e as relações entre os agentes deste processo influem  diretamente na produtividade das equipes de projeto e na qualidade  dos projetos produzidos.

É preciso, ainda, que se considere as condições e o desempenho do ambiente organizacional proporcionado  pelas empresas de projeto, que demandam cuidados específicos para  sua gestão, com conseqüentes efeitos sobre os resultados obtidos nos  projetos.

Desta maneira o GT Qualidade de Projeto estuda: metodologias de projeto; atividades de cognição e protocolos do processo de projeto; gestão e coordenação de projetos; relação entre  projetos de arquitetura e de engenharia; prática profissional de projeto; ensino de projeto e prática profissional; ferramentas de apoio ao processo de projeto (CAD, BIM,  ambientes colaborativos, prototipagem rápida, simulações, sistemas  de avaliação) e métodos de Avaliação Pós-Ocupação.

 


 

ENTAC 2008  XII Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído. Geração de valor no ambiente construído: inovação e sustentabilidade. 7 a 10 de outubro de 2008, Fortaleza, Ceará

MESA REDONDA - AVALIAÇÃO PÓS-OCUPAÇÃO (APO), MAIS DE 30 ANOS NO BRASIL: O MOMENTO ATUAL E OS CAMINHOS FUTUROS (10 de outubro de 2008)

CONCLUSÕES

Em 10 de outubro de 2008, das 10h45 às 13h00, como parte das atividades do ENTAC 2008 ocorreu a Mesa Redonda acima, com a participação de seis pesquisadores  atuantes em grupos ou núcleos de pesquisa com contribuições significativas para o amadurecimento e a consolidação da APO no meio acadêmico-científico do país.

Os conteúdos apresentados e discutidos na mesa redonda estão contemplados em seis artigos constantes dos anais do ENTAC 2008 e atendendo aos objetivos da referida mesa, refletem sobre o estágio atual das pesquisas, as lacunas e os aspectos positivos e os caminhos futuros possíveis de serem perseguidos por aqueles pesquisadores interessados no assunto.

Além das apresentações de cada artigo, os participantes da mesa redonda puderam responder a perguntas dos demais integrantes da mesa, bem como do público presente. Participaram diretamente da mesa redonda:  Sheila Walbe Ornstein (FAUUSP); Doris C.C.K. Kowaltowski (FEC-UNICAMP); Gleice Azambuja Elali (PPAU-UFRN); Maira Cristina Dias Lay (PROPUR-UFRGS); Nirce Saffer Medvedovski (FAU-UFPel); Giselle Arteiro Azevedo (PROARQ-FAU-UFRJ). Além destas, participaram indiretamente, como co-autores de artigos: Antonio Tarcísio da Luz Reis  (PROPUR-UFRGS),  Daniel de Carvalho Moreira (FEC-UNICAMP) e Paulo Afonso Rheingantz (PROARQ-FAU-UFRJ). 

  1. Os integrantes da mesa  redonda concordam que os artigos em questão apontam os grandes temas sobre APO em discussão no país, bem como indicam os aspectos que merecem aprofundamentos.
  1. Por meio de busca na Internet, a partir da palavra chave “Avaliação Pós-Ocupação” foram identificados em pesquisa realizada ao final de setembro de 2008,  no sistema Lattes CNPq  mais de 44 mil pesquisadores, dentre técnicos, graduandos, pós-graduandos, mestres  ou outros mais titulados; no que diz respeito aos grupos de pesquisa no Diretório do CNPq, pode-se constatar 23 na área de arquitetura e urbanismo; 7 em engenharia civil e 1 em psicologia. Já no Portal Infohab (www.infohab.org.br) foram apontadas 280 ocorrências dentre artigos em anais de eventos como o ENTAC, do ENCAC, do NUTAU/USP e alguns relatórios técnicos. É possível que este número seja ainda maior se forem consideradas também outras palavras-chaves como avaliação de desempenho, relações ambiente – comportamento e assim por diante.
  1. Sobre os estudos de caso, no momento ainda prevalecem as pesquisas de APO voltadas a habitação social (a unidade e sua vizinhança), porém percebe-se que outros estudos de caso já também apresentam massa crítica, tais como as escolas, os hospitais e os edifícios de escritórios. Também foram detectadas algumas preocupações como empreendimentos habitacionais voltados ao mercado imobiliário.
  1. Os temas relativos aos  instrumentos para identificação e para a análise das necessidades, da percepção e da satisfação dos usuários, foram comentados e debatidos por todos os integrantes da mesa. Percebe-se que ainda é necessário ampliar estes debates ainda mais e desenvolver pesquisas sobre o assunto, sobretudo ao nível de pós-graduação, para que os resultados das  APOs  sejam consistentes e possam ser replicados e reproduzidos.
  1. A possível relatividade das percepções do observador e do usuário e as formas de se abordar e de se tratar o assunto, reconhecendo a influência dos aspectos sócio-culturais, foram apontadas durante a Mesa Redonda.
  1. A questão do tratamento estatístico clássico dos dados provenientes das opiniões dos usuários versus a possibilidade de utilização de teoria das incertezas, como a Lógica Fuzzy, foram destacados.
  1. As abordagens perceptiva e cognitiva adotadas na avaliação da qualidade ambiental foram  apontadas como importantes na avaliação dos aspectos visuais dos projetos urbanos e das edificações, tema este ainda relativamente pouco tratado nas APOs no país.
  1. O Programa de Necessidades, muito pouco abordado nas escolas de arquitetura brasileiras, foi apontado como uma das principais etapa pré-projeto que poderiam receber os insumos oriundos da APO (realimentação). Também foi colocada a importância das Avaliações Pré-Projeto (APP).
  1. Foram enfatizadas as características interdisciplinares da APO, na qual as contribuições da Psicologia Ambiental são relevantes, sobretudo no que diz respeito a necessidade de se precisar as teorias, os conceitos e os métodos sobre as Relações Ambiente – Comportamento. Na definição dos behavior-settings, por exemplo, adotados especialmente no caso dos ambientes urbanos, os multi métodos estão presentes.
  1. Foram apontadas as dificuldades em se transformar em indicadores de qualidade – quantitativos e qualitativos - e em benchmarkings para a construção civil os resultados (recomendações) de APOs, mesmo considerando se tratarem estas pesquisas aplicadas. Foi enfatizado inclusive, que o Governo, nos seus diversos níveis e muitas vezes como promotor de pesquisas em APO, pouco se apropria destes resultados para embasar indicadores de qualidade na construção civil (setores público e privado), indicadores estes que poderiam, por exemplo, fundamentar as concessões de financiamento bancário a novos empreendimentos habitacionais.
  1.  Os membros da Mesa Redonda também destacam a importância da ampliação do GT APO  que irá somar com diversos pesquisadores no campo da Gestão do Processo de Projeto e juntos passam a constituir o novo GT aprovando durante a Assembléia da ANTAC ocorrida no evento, em 9 de outubro p.p., passando a se chamar GT Qualidade do Projeto. Este novo GT passa a abrigar todas as etapas, do planejamento à pós-ocupação, cabendo a APO assumir neste contexto o seu papel efetivo e relevante de prover insumos consistentes para as etapas anteriores, mas, sobretudo, para as etapas de pré-projeto e de projeto.

Assinam estas conclusões, as participantes da Mesa Redonda. 26.10.2008

 


CARTA DE DESPEDIDA DA COORDENAÇÃO 2008-2011

Em 2008 na assembleia geral da ANTAC foi criado o grupo de trabalho Qualidade do Projeto no Ambiente Construído (GT QPAC), integrando os grupos de pesquisadores ligados às temáticas de Avaliação Pós-Ocupação e de Gestão de Projetos.

Nesta ocasião tivemos a honra de sermos indicados como coordenadores do novo grupo de trabalho e assumimos com a missão de consolidar grupo e aglutinar pessoas em torno da temática qualidade do projeto.

Passados quase três anos desta incumbência e finalizado nosso mandato podemos contabilizar alguns sucessos e delegar aos nossos substitutos alguns desafios que não pudemos ou conseguirmos atingir em nossa gestão.

Hoje, podemos afirmar que, com a participação e ajuda de numerosos colegas, o GT QPAC está consolidado e é reconhecido como um grupo ágil e produtivo dentro da ANTAC.

Neste período o grupo realizou dois Simpósios reunindo em São Carlos (SBQP 2009) e no Rio de Janeiro (SBQP 2011) pesquisadores, alunos de pós-graduação e profissionais de arquitetura e engenharia de todo o país para apresentar e discutir os resultados de pesquisas dentro da temáticas do grupo, deixando como legado os anais dos eventos (E-anais 2009 e E-anais 2011).

O GT QPAC também produziu o livro Qualidade no Projeto de Edifícios lançado em 2010 a partir dos debates iniciados durante o SBQP 2009,  com contribuições (capítulos) de diversos pesquisadores ligados ao grupo, e tem a perspectiva de lançar um segundo livro a ser organizados a partir do evento de 2011.

Certamente não avançamos em outros tópicos que julgamos importantes, mas que não pudemos ou não conseguimos desenvolver, tais como um web-site e ferramentas de TI que permitissem uma melhor divulgação do grupo e um contato mais contínuo entre seus membros, a articulação de linhas de pesquisa específicas sobre QPAC junto as agências financiadoras, e a montagem de redes de pesquisa formais com a temática QPAC envolvendo diversas universidades.

Estes desafios delegamos aos novos coordenadores, professores Paulo R. P. Andery e Nirce S. Medvedovski que certamente cuidarão com o mesmo carinho e ainda mais competência do nosso grupo.

Antes de finalizar esta mensagem de despedida, não podemos deixar de agradecer à todos os professores, pesquisadores e estudantes que participaram do GT Qualidade do Projeto e mencionar algumas pessoas que tiveram papel destacado na criação e consolidação do grupo.

Aos colegas que participaram conosco do ENTAC 2008 e defenderam a criação do grupo: Antônio Tarcísio da Luz Reis, Gleice A. Elali, Luciana I. Miron, Maria Cristina D. Lay, Nirce S. Medvedovski, Regina C. Ruscel, Sheila Walbe Ornstein, Silvio Burrattino Melhado, dentre outros.

À Mônica Santos Salgado, Paulo Afonso Rheingantz,  Giselle Arteiro Nielsen Azevedo, Lais Bronstein, Marcos Martinez Silvoso, pela magnifica organização do SBQP2011 e pela atuação entusiasmada nas atividades do grupo.

Aos professores que assumiram as coordenações científicas temáticas no SBQP 2009 e 2011, Anja Pratschke, Eduardo Marques Arantes, Gleice Virginia Medeiros de Azambuja Elali, Giselle Arteiro Nielsen Azevedo, Marcelo Claudio Tramontano, Mônica Santos Salgado, Paulo Afonso Rheingantz, Paulo R. Andery, Sergio Scheer, Sheila Walbe Ornstein, Silvio Burrattino Melhado, Vanessa Gomes da Silva.

Aos alunos de pós-graduação e iniciação científica que participaram da organização dos eventos do grupo e que representam o futuro da pesquisa na área de QPAC - SBQP2011: Cláudia Rioja de Aragão Vargas, Helena Ponce Maia, Barbara Paschoal, Marllon Azevedo Gonçalves Sodré de Paiva. SBQP 2009: Andrei Barbosa, Bruna Maria Biagioni, Bruno Ricardo Siqueira, Elza Luli Miyasaka, Evandro César Bueno, Fábio Abreu de Queiroz, Juliana C. Esteves, Iara Del'Arco Sanches, Marieli Azoia Lukiantchuki, Marina Rodrigues de Oliveira, Michele Caroline Bueno Ferrari Caixeta, Milena Faveri Rodrigues, Thiago Bittar.

À Professora Sheila Walbe Ornstein, pela parceria na organização do livroQualidade do Projeto de Edifícios e aos colegas que contribuíram com este projeto, Ana C. N. Rocha Veiga, António B. Coelho, Antônio Tarcísio da Luz Reis, Gleice A. Elali, Luciana I. Miron, Marcus V. G. Corrêa, Miguel A. Buzzar, Mônica S. Santos, Odair B. de Moraes, Nirce S. Medvedovski, Paulo R. P. Andery, Regina C. Ruscel, Silvio B. Melhado, e Silvio R. F. Motta.

As instituições de fomento ou patrocinadores que apoiaram as atividades do GT QPAC, CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, FAPERJ - Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro, Pró-reitoria de Pesquisa da Universidade de São Paulo, FAPESP - Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo, CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, Construtivo.com, Bentley, Petrobras, AsBEA RJ, Sinduscon-Rio.

À toda comunidade da ANTAC e sua diretoria pelo apoio na criação e desenvolvimento do grupo, o nosso reconhecimento nas pessoas de sua presidente e dos ex-presidentes com os quais convivemos Lucila Chebel Labaki, Francisco Ferreira Cardoso, Luis Carlos Bonin.

Por fim, nosso muito obrigado a todos aqueles que apoiaram ou torceram pelo Grupo de Trabalho Qualidade do Projeto no Ambiente Construído.

Doris Catharine Cornelie Knatz Kowaltowski e

Márcio Minto Fabricio

 


 

Coordenadora:

Prof. Dr. Paulo Roberto Pereira Andery

Departamento de Engenharia de Materiais e Construção Civil - Escola de Engenharia - UFMG

 

Coordenadora associada:

Profa. Dra.  Nirce Saffer Medvedovski

Departamento de Arquitetura - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - UFPel